Essa é uma boa reflexão: a organização vem de dentro para fora ou é de fora para dentro?
Muitas vezes nossa bagunça interior é tão grande quanto aquela que a gente vê no nosso ambiente, isso porque nosso trabalho e/ou casa é um reflexo de como estamos por dentro.
Um ambiente desorganizado e uma rotina bagunçada pode ser o resultado de uma mente desorganizada. Para fazer essa “organização emocional/faxina mental” e obter resultados significativos, listei abaixo algumas sugestões:
Uma visita ao passado: veja se em algum lugar do passado alguém lhe magoou, criticou, ofendeu etc. e tal e perdoe, perdoe pais, professores, amigos, colegas de trabalho etc., assim você limpa a mágoa acumulada e se livra daquele sentimento podendo prosseguir livremente.
Escreva: quando escrevemos conseguimos perceber melhor nossos sentimentos e pensamentos, e então a partir daí tomar decisões para podermos prosseguir de forma mais organizada.
Crie rotinas: precisamos de um caminho a seguir, um passo a passo, um mapa, um roteiro para o dia, porém com bom senso suficiente para que, se for necessário, a gente possa acessar um Plano B. Sugiro que você estabeleça rotinas para o período da manhã e noite, isso fará com que você tenha um dia mais organizado, leve, produtivo e feliz e um descanso em paz e restaurador.
Medite: meditar vai fazer você acalmar a mente e silenciar por dentro. É um exercício poderoso que traz uma sensação de paz, equilibrio, plenitude, clareza e higiene mental. Com a prática e persistência essa clareza vai aumentando e transparecendo no seu dia e ambiente.
Então, para responder se a organização vem de dentro para fora ou de fora para dentro, arriscaríamos dizer que se ela vier de dentro para fora ela é mais sustentável.
Continuando o raciocínio, quando o ambiente ou as rotinas estão organizadas, elas contribuem para o atingimento da sua paz e organização interior, então de qualquer forma existem ganhos com a organização, então esse tipo de informação/raciocínio pode servir para você, algum familiar, amigo ou para o cliente que você vai atender, então fica a dica!
Por Cristiane Belfiore – Personal Organizer – Especialista em Organização pessoal e Negócios
Você já deve ter ouvido falar sobre as soft skills e hard skills, mas caso ainda não seja tão familiar, vamos explorar melhor o assunto no texto a seguir.
Soft skills e hard skills são as habilidades que o mercado corporativo e as áreas de Recursos Humanos estão procurando nos profissionais e de modo geral para os profissionais de organização e produtividade não está sendo diferente, esses termos remetem às competências que possuímos, divididas em dois grupos:
Softskills: habilidades humanas ou comportamentais
Hard skills: habilidades técnicas
Vamos então, diferenciar soft skills e hard skills
As hard skills são as habilidades ou técnicas que aprendemos em salas de aulas, cursos técnicos, na graduação ou em especializações que podem ser ensinadas e com as quais aplicamos em nossos serviços ou mão de obra. Habilidades que, por vezes, estão relacionadas à nossa formação técnica, é um conhecimento que nos permite ter uma função dentro de uma organização.
Já as soft skills, são as habilidades humanas ou comportamentais, que são intrínsecas a nós e que serão de extremo valor para o nosso comportamento, seja no ambiente de trabalho, relações com equipes, dentro de uma organização ou do seu próprio negócio.
Vamos imaginar que numa visita a um potencial cliente, uma Personal Organizer não terá uma próxima fase caso tenha demonstrado arrogância, inflexibilidade ou falta de empatia durante um atendimento. Isso significa que a profissional não possui soft skills necessárias para tornar a execução do projeto produtiva e acolhedora, por menor que seja a quantidade de horas a serem trabalhadas. Vale, salientar, é claro, que esse comportamento não tem relação alguma com as condutas profissionais.
Diante da evolução do mercado de trabalho, as habilidades técnicas deram lugar às habilidades humanas. Isso quer dizer que as hard skills, que antes eram um diferencial, agora são essenciais em uma apresentação ou currículo. Mas, são as soft skills que distinguem dois profissionais com a mesma formação, por exemplo.
A seguir, observe detalhadamente o que cada uma dessas habilidades significa.
Hard skills: habilidades técnicas
São as habilidades técnicas adquiridas durante a vida, que foram aprendidas, podem ser ensinadas e também quantificadas. São destacadas nas apresentações, portfólios e currículos, afinal, é através delas que o mercado avalia se estamos preparadas para as demandas e entregas independente da nossa função ou cargo ocupado. E se você ainda não destacou suas informações e habilidades no seu perfil profissional, veja alguns exemplos:
Cursos técnicos de Personal Organizer.
Graduação, mestrado, doutorado, especializações.
Cursos rápidos e de extensão.
Domínio de língua estrangeira.
Mentorias.
Treinamentos, coaching, imersões e workshops.
Curso de Excel.
Curso de Design, Mesa Posta, Decoração.
Curso de Marketing Digital, Negociação, Vendas, Precificação.
As habilidades citadas acima são essenciais em currículos, pois são elas que vão designar uma função ou cargo de trabalho para você, dentro de um mercado de trabalho. São elas, também, que definem a sua profissão, além de provarem que você tem qualificações para exercer determinada atividade ou administrar um negócio.
Para dar um exemplo mais próximo do que foi dito acima, imagine a seguinte situação: um potencial cliente contrataria uma arquiteta para organizar os ambientes de sua casa? Provavelmente não, certo? A não ser que essa arquiteta tenha alguma outra formação técnica de Personal Organizer comprovada em sua apresentação profissional. Caso contrário, dificilmente será consultada no mercado de especialista na área.
Soft skills: habilidades comportamentais
As habilidades humanas, geralmente, são reflexos da nossa personalidade e de nossos valores. Podem ser denominadas também como habilidades comportamentais ou interpessoais, considerando que estão relacionadas à comunicação, inteligência emocional e relacionamento com pessoas.
A contratação de profissionais com uma diversidade de habilidades comportamentais já é uma realidade nas contratações, seja nas organizações ou prestadores de serviços. É fato comprovado através de pesquisas, que essas habilidades podem influenciar diretamente nos resultados positivos dentro de empresas e organizações. Agora vamos aos exemplos de soft skills:
Liderança
Trabalho em equipe
Ética
Comunicação
Organização
Proatividade
Empatia
Pensamento Crítico
Produtividade
Criatividade
As habilidades comportamentais se diferenciam das hard skills porque são subjetivas, ou seja, são difíceis de avaliar ou quantificar. Também são destacadas em depoimentos, mensagens nas redes sociais, cartas de apresentação ou currículos, e você provavelmente precisará identificar oportunidades para falar sobre elas, seja em uma reunião de negócios, apresentação do seu trabalho etc.
Mas como demonstrar suas habilidades?
Agora que você já sabe da importância de ter soft skills destacadas em seu perfil, é preciso saber falar sobre elas. O que as pessoas e empresas buscam em profissionais com tais qualidades é a redução dos problemas durante a execução de qualquer trabalho ou projeto.
Ou seja: essas habilidades refletem diretamente na contratação do seu serviço, considerando técnica, agilidade, ética e comprometimento, de acordo com o perfil, padrões e expectativa de cada cliente. Profissionais nesse nível, promovem o engajamento e envolvimento constantes nas atividades desenvolvidas, assim terá um baixo nível de insatisfação e feedbacks positivos.
Que tal fazer uma autoavaliação, tendo esses dois grupos de habilidades como critério?
Quais competências você possui?
Quais experiências profissionais anteriores comprovam isso?
Como as suas habilidades comportamentais podem ser demonstradas durante uma visita técnica ou apresentação comercial, através da linguagem e atitudes?
Com essas respostas e uma análise mais profunda do seu perfil, você estará preparada para ser mais completa, segura e competitiva diante de um mercado e consumidor cada vez mais exigente!
Em maio passado, nossas voluntárias Cristiane Belfiore, do Comitê de Comunicação e Rosana Marcondes, do Comite Internacional, participaram da conferência da NAPO: Nacional Association of Productivity & Organization. Esta conferência é um evento que acontece desde 1983 nos EUA. Trata-se do maior e mais antigo evento voltado para organização e produtividade do mundo. Ambas já estiveram lá presencialmente na conferência de 2018 e tiveram uma experiência incrível!
Além das palestras e experiências extras, como yoga, meditação e festa da PO no final do evento, participaram de uma mesa redonda internacional com outras principais associações do mundo que estavam presentes naquele ano, onde foram apresentadas e puderam ficar sabendo um pouco mais sobre a atividade em outros paises.
Na edição deste ano que durou uma semana e que pela primeira vez aconteceu online, o tema foi “Connections”. O evento estava dividido por nível de conhecimento – de iniciante a avançado, onde o inscrito escolhia as palestras que queria assistir, as quais muitas delas aconteciam simultaneamente. Abaixo segue um breve resumo do que chamou mais atenção delas por lá:
O evento tratou de cinco áreas distintas:
Operações de negócios.
Conexões de Marketing.
Mente e comportamento.
Organização e produtividade.
Tecnologia profissional.
E elas viram por lá como tendência e/ou destaque:
Confirma o modelo de atendimento e prestação de serviços virtuais/online.
Conexões é o presente e não o futuro.
Alto nível de empreendedorismo, automação e administração do negócio.
Prestação de serviço subindo um nível: ter equipe.
Área de Foto organizer, Eco organizer e Pós luto em evidência.
A próxima edição desse evento já tem data: será de 27 a 30 abril de 2022 em Baltymore/Mariland, presencial. Acompanhe a gente nas redes sociais que mais perto da data iremos informar sobre as inscrições, e caso você tenha interesse em saber mais, comprar algumas palestras do evento ou até mesmo outras, acesse o link da Universidade NAPO que você vai encontrar um excelente material por lá.
Aqui no Blog da ANPOP já falamos de muitos assuntos importantes sobre Finanças. Já falamos de Planejamento, de dicas de redução e corte de gastos, Educação e Organização Financeiras, entre outros.
Entretanto, ainda não conversamos aqui sobre um ponto essencial das Finanças, que devemos tratar antes mesmo de tudo que já falamos até aqui. E acho que você nem deve fazer ideia do que precisamos falar.
Nosso tema de hoje é sobre a necessidade de termos um porquê para começarmos a colocar nossas Finanças em ordem.
Você alguma vez parou para pensar nas razões que você tem e que podem ser sua motivação para fazer as suas contas? Não? Pois é, muitas (os) de nós desistimos das nossas Finanças antes de começar, por não saber que o Cuidado com o Dinheiro começa pela mente.
Quando trabalhamos nossa mente para ter algum resultado, teremos maior propensão em conseguir. Afinal, fazer as contas somente por obrigação, por que TEM QUE FAZER, sem propósito, você não conseguirá fazer por tanto tempo. Dedicar-se às suas Finanças sem um propósito é chato mesmo. Portanto, antes de começar a fazer suas contas, confira as dicas que deixei para você conseguir encontrar o seu porquê e começar a Cuidar das Suas Finanças Já!
Para te dar uma mãozinha e você se orientar por onde começar, deixarei 5 Dicas preciosas. São elas:
1) Ressignifique as suas Crenças Limitantes! Ao longo de nossas vidas crescemos ouvindo frases e ideias de todos os tipos, quer sejam boas, que nos ajudam a crescer e evoluir, quer sejam aqueles que acabam nos limitando e nos impedindo de crescer. Alguns dos pensamentos que não são tão bons podem nos impedir de crescermos financeiramente. Pensamentos como estes “Não tenho Dinheiro”, “Só é rico quem é ladrão”, “Só pode ser rico que nasceu no berço de ouro”, “Nunca poderei ser rica”, “Os ricos são esnobes” exemplificam alguns dos pensamentos limitantes que temos. E estas frases, por estarem por tanto tempo em nossas mentes, nos induzem institivamente a trabalharmos contra o nosso próprio dinheiro. E é muito nocivo se empenhar para ter suas Finanças em ordem e não ver resultado simplesmente porque nossa mente não acredita que conseguiremos, por termos pensamentos contrários aos nossos porquês.
Para ter sucesso nas suas Finanças, traga um novo significado a estes pensamentos. Comece a pensar e a falar que “Terei Dinheiro”, “Eu posso ser Rica (o) de forma honesta e legal”, “Posso enriquecer com o fruto do meu trabalho e estudos”, “Eu não sou esnobe e serei rica (o)”.
2) Planeje seus Sonhos e Crie suas Metas: Já sabe quais são os seus sonhos? Então é a hora de você transformá-los em metas e assim materializá-los. Se não sabe, temos alguns como viajar, ajudar a família, investir para a faculdade de seu filho, realizar a festa de 15 anos de sua filha, comprar uma casa, comprar um carro, entre outros. Seja claro e específico com elas. Sem você transformar seus sonhos em metas, a realização ficará mais distante. Saiba exatamente qual é a meta, trace o tempo que será realizada, quanto custará e coloque a importância desta meta. Com isso formado, será mais estimulante fazer as usas contas, pois será o primeiro passo para a sua realização.
3) Acredite que Pode Realizá-los: não adiante você ter um trabalhão e não acreditar que consegue realiza-los. Você necessariamente deverá acreditar que você tem a capacidade de fazê-los acontecer! Nâo tenha medo e tenha fé e aposte em si mesma (o)! Sem acreditar, não irá muito longe.
4) Coloque o seu porquê em Ação: Não adiantará nada preparar a mente, acreditar e “ficar por isso mesmo”. Após trabalhar suas crenças, examinar seus sonhos, coloca-los em metas e planejar de forma específica, Entre em AÇÃO! Comece a fazer, sem procrastinar, sem desanimar, sem desistir. Uma das partes do nosso crescimento, em qualquer área das nossas vidas, é colocar o aprendizado em prática. Sem executar, não há avanço, não há realização! Então, arregace as mangas e vamos ao trabalho!!!
5) Tenha Disciplina, Persistência e Foco: Tenha estes 3 pilares ativos em sua vida e será bem sucedida (o). Entretanto, sem usufruir deste tripé, será bem mais difícil concretizar os seus “porquês”. Com a disciplina você se dedicará ao planejamento que formada por si mesma (o). A persistência a (o) estimulará a fazer, fazer, fazer e fazer sem parar no meio do caminho. Você cuidará das suas Finanças sempre. Nos dias bons ruins, legais, tristes. Enfim, TODOS os dias. Por fim, o foco te manterá firme em suas prioridades, sem se dispersar e acabar desperdiçando tempo e dinheiro.
Sucesso nesta jornada
Por Aimée Rissi - Personal Organizer – Especialista em Organização Financeira
A ANPOP criou seu novo Comitê de Planejamento e nomeou novos membros para representar a associação em nível nacional
A Associação Nacional dos Profissionais de Organização e Produtividade (ANPOP) www.anpop.com.br), anunciou a formação do Comitê de Planejamento e as novas representantes em nível nacional.
O novo comitê terá como responsabilidade desenvolver, planejar, coletar e promover a integração entre os associados e a comunidade do setor ou a ele relacionada, bem como elaboração das atividades da associação e a disseminação de conteúdo técnico, educativo e informativo relevantes e atualizados, de maneira que a entidade seja continuamente reconhecida como a principal fonte de consulta, estudos e aprimoramento da profissão de Personal Organizer no país, e tudo o que se relaciona aos setores ao qual representa.
O comitê foi formado com base no conceito de que fazer um cronograma da associação com todas as atividades que serão realizadas em curto, médio e longo prazo, permitirão fazer uma boa gestão administrativa e financeira, além de definir quais são os indicativos e métodos que contribuirão para melhorar a qualidade dos produtos e serviços disponíveis para associados e associadas.
“Como uma associação nacional que representa um setor profissional e econômico e que está comprometida em atender as demandas e as ações que trabalham em função das pessoas a ela associada, entendemos que era necessário incorporar nossos projetos e atividades a um grupo de membros profissionais e especialistas, que através de um planejamento estratégico, proporcionará informações e ferramentas para condução dos novos projetos. Afirma Zezé Zimerman, atual Presidente da ANPOP”.
Além do planejamento estratégico para atingir determinado objetivo, o novo comitê terá a missão de estruturar e desenvolver novos produtos, serviços e projetos que visam fortalecer o posicionamento e presença da associação em nível nacional e internacional. Destaca ainda, Zezé Zimerman.
Para Miryam Tolotto, nomeada gestora do novo Comitê de Planejamento, a principal forma de atuação dos membros, será identificar oportunidades específicas e sinérgicas, o que facilitará a implementação das melhores estratégias para o incremento de novos produtos e serviços no portfólio da ANPOP. Assim, será possível manter o foco nas demandas dos profissionais e empresários do setor. “Será um processo importante para o crescimento e desenvolvimento da ANPOP, e impulsionará ainda mais o potencial do mercado em outras regiões do país ao qual estamos posicionados”. Comenta a gestora.
Miryam, ressalta ainda que o mercado de organização vem conquistando espaço em várias frentes de trabalho e a associação vem sendo reconhecida cada vez mais pela sua atuação, e para não comprometer as entregas, o planejamento tornou-se fundamental. Conclui.
O novo Comitê de Planejamento, inicialmente será formado por cinco membros, e atuará em parceria com os demais comitês da entidade, são profissionais e especialistas nas áreas de organização, comunicação, eventos de negócios, marketing e estratégia de mercado, sendo:
Miryam Tolotto - Gestora
Simone Fornaciari - Coordenadora
Ivea Ferreira – Equipe de Apoio
Manuela Paula – Equipe de Apoio
Fernanda Lanziani – Equipe de Apoio
Sobre a ANPOP
A ANPOP (Associação Nacional dos Profissionais de Organização e Produtividade), foi instituída em 2013, entidade nacional sem fins lucrativos que tem como objetivo representar, integrar, desenvolver, liderar e promover o crescimento do mercado e de profissionais de organização e produtividade bem como, mostrar a importância e dar credibilidade a esse segmento para a economia do país.
É uma organização orientada a buscar soluções a fim de desenvolver e estabelecer diretrizes específicas para o mercado e profissionais ao qual representa, além de definir as melhores práticas para o desenvolvimento e crescimento produtivo e sustentável. São mais de 300 associadas com certificação técnica.
Em abril passado, Cristiane Belfiore e Rosana Marcondes, do comite Internacional, participaram da conferência “The Inspired Home Show”. Esta conferência é um evento que acontece desde 1906 nos EUA. Trata-se de uma exposição de utilidades domésticas e produtos para a casa. Este ano teve como tema “Providing Discovery, Education & Connections”. Abaixo um breve resumo sobre o que elas ouviram por lá:
Questionamentos pessoais voltados para o nosso momento:
Como você está utilizando o tempo que ganhou com a ausência de deslocamento?
Como você está lidando com a casa para deixá-la confortável e funcional para atender a todos?
Como você está otimizando suas tarefas domésticas, profissionais e familiares?
Como você está se cuidando para ressignificar o seu eu?
Outras questões:
Cloffice, sótão e garagem sendo a nova tendência do momento para implementação e utilização do espaço para o Home office, que lá se diz “Homework”.
Houve grande aumento nas vendas de aspiradores de pó, panelas, talheres, reformas e mudança para residências maiores.
Existe um novo olhar na hora da compra: mudança de comportamento do “desejo ter” para “o que preciso ter”.
Novas considerações de segurança do tipo: jogos americanos feitos em tecido antibacteriano.
O que chamou atenção e que pode agregar na nossa profissão:
Devemos olhar para o cliente com mais empatia para atendermos suas novas necessidades.
As palavras-chave são: tempo, espaço/conforto e segurança.
Comportamento do consumidor:
Preço: fator importante.
Conveniência: disponibilidade imediata de produtos e serviços.
Experiência de compra: velocidade e simplicidade.
Atendimento ao cliente: mais proximidade.
O que tirar de melhor:
Devemos repensar nossos negócios.
Inclusão e diversidade é um movimento muito grande que logo chegará aqui.
Pesquisas mostraram que principalmente pessoas entre 27 e 40 anos, não compram produtos ou serviços de empresas que não adotam a inclusão e a diversidade, além da sustentabilidade.
Neste momento único que ainda vivenciamos (pandemia da COVID-19), percebemos que as pessoas que conseguiram fazer uma Reserva de Emergência, estão passando os dias de isolamento um pouco mais tranquilo.
Diante do que acabamos de afirmar, a pergunta que fica é a seguinte: O que é Reserva de Emergência? Ah, continue lendo este artigo e saberá melhor sobre este assunto pouco falado e tão importante para manter nossas Finanças sob controle.
A Reserva de Emergência (ou Reserva Financeira) é uma quantia de dinheiro a qual deverá ser poupada para usar somente (e tão somente!) no caso de uma Emergência, ou e um evento imprevisto, ou até mesmo uma oportunidade que possa surgir e você não está esperando que acontecesse. Como exemplos de "Emergências" temos os seguintes: perda de emprego, um curso inesperado, uma viagem a trabalho de última hora, doença da família, carro quebrado etc.
É uma quantia que normalmente é formada aos poucos e quando for o momento de usá-la (repetindo: somente e tão somente em uma situação de Emergência), não vai impactar no seu orçamento doméstico e assim não será necessário buscar empréstimos, nem pagar as suas contas em atraso ou deixar de pagá-las.
É importante você saber destes detalhes que farão a diferença na hora de você formar a sua Reserva de Emergência:
Sua viagem de férias ou a blusa de que você gosta tanto NÃO são Emergências, viu. Não use estas desculpas para usar um dinheiro que deverá ser guardado para ser somente usado para os momentos bem específicos. Respeite muito bem isso.
Nem sempre a “Emergência” que surgir será alguma situação ruim, viu. Como exemplo de oportunidades temos: um curso que você poderá fazer e pagar com um excelente desconto, uma viagem de negócios, um evento de trabalho que poderá te render excelente networking etc. Ou seja, podem ocorrer situações inesperadas que são boas, mas que precisarão de um investimento rápido. E tendo uma reserva, ajudará a pedir um desconto e pagar à vista, sem falar que não comprometerá suas contas.
Para formar a sua Reserva de Emergência faça da seguinte maneira:
Primeiro você deverá saber o valor total de suas despesas mensais.
Depois que você souber exatamente o valor de suas despesas, defina uma quantidade de meses destas despesas você deverá poupar. A média de meses que deverá reservar é de 6 meses. Mas nós particularmente temos indicado que vocês poupem o equivalente entre 9 e 12 meses.
Para quem tem um emprego estável, como o funcionário público, recomenda-se que poupem de 3 a 6 meses para a Reserva de Emergência. E para quem é autônomo ou profissional liberal, recomenda-se o equivalente de 6 a 12 meses.
Em seguida, reserve uma parte pequena do teu orçamento mensal (entre 5 e 10 % da sua receita) para formar este valor que você vai calcular para este fim.
Para ilustrar melhor, vamos deixar um exemplo: se você tem R$ 2.000,00 de despesas mensais e decidiu poupar 6 meses de suas despesas, deverá poupar R$ 12.000,00 para a sua Reserva. E digamos que você ganhe R$ 3.000,00 por mês e você consegue poupar R$ 300,00 por mês (pouparia 10% da sua receita). Assim conseguirá formar a sua Reserva de Emergência em um pouco mais de 3 anos.
Antes de finalizar, gostaríamos de compartilhar algumas dicas finais:
Tenha paciência para formar esta Reserva! Você não vai construí-la da noite para o dia.
Pode acontecer de precisar usar a Reserva de Emergência antes de formar o valor final. E TUDO BEM!!! Imprevistos acontecem!!!
Não se esqueça que é melhor construir aos poucos do que não ter nada. Pense nisso.
Muitas de nós, com certeza já ouviram falar em “público-alvo”, mas pode ter ficado sem entender ou ainda, com dúvidas do que realmente isso tem a ver com a nossa profissão, com o nosso trabalho na organização.
Trata-se de uma ideia importante e atualmente muito utilizada pelo marketing para o mercado digital e nada mais é do que a parte da sociedade que seguramente será consumidora do nosso negócio, dos nossos serviços, dos nossos produtos. Parte essa para quem a nossa empresa irá direcionar as ações de marketing, de venda, etc.
Vivemos num mundo de muita informação e na correria, às voltas com tantas coisas à disposição no mercado, nos surge aquela dúvida: Como fazer para que o nosso serviço ou produto, seja percebido pelos outros, sendo que existem já uns muito parecidos, senão iguais aos nossos? Melhor dizendo, como vamos conseguir provocar a atenção dessas pessoas para o que nós desejamos mostrar a elas?
E é nessa hora que ter um público-alvo vai fazer todo o sentido. Quando conseguirmos estabelecer uma categoria de pessoas que possuem as mesmas particularidades em comum com aquilo que nós oferecemos no mercado, a nossa comunicação será mais direta e mais clara, e nós não precisaremos mais ficar acendendo uma vela para cada santo para que sejamos vistos, percebem?
Desta forma, a partir do momento que tivermos em mãos o perfil com os atributos principais dos consumidores dos nossos serviços ou produtos, iremos direcionar todo o nosso empenho para aquela espécie de consumidor. Assim, vamos evitar de tentar vender, por exemplo, um treinamento de empregadas para quem não tem empregada ou uma organização baby para uma casa onde residem somente idosos.
Mas, vejam bem, não devemos confundir público-alvo com clientes, pois nem todos que fazem parte do público-alvo irão efetivar uma venda. O público-alvo serve para que possamos conduzir as ações de marketing e vendas da nossa empresa, certo?
Temos que levar em conta coisas relevantes na hora de escolher nosso público, como a faixa de idade, profissão, escolaridade, hábitos de consumo, gênero, estado civil, quais os anseios, renda, onde reside, dentre outras em comum. Importante salientar que quanto mais completas forem as informações sobre o nosso cliente em potencial, melhor será a nossa comunicação com eles.
Convenhamos que nessa correria constante em que vivemos, com a falta de tempo para tudo, precisando conquistar nossos clientes na raça, ter um público-alvo estabelecido, é o que vai nos colocar na frente da concorrência, querendo ou não. Ter pré-estabelecido o grupo de pessoas que precisamos conquistar e como conquista-las, é algo que, com certeza fará com que evitemos de andar em círculos e assim, possamos fechar os meses com resultados positivos.
E por que é interessante definir um público para o nosso negócio? Porque quando focamos na definição desse público podemos intervir de modo direto na estratégia da nossa empresa. Diminuindo assim, os gastos e os estímulos em campanhas e publicidades sem retorno, desmotivação, um público que não entende o que a gente faz, o que a gente vende, clientes que não fidelizam e os obstáculos para conseguir um bom lugar no mercado, além da concorrência que poderá estar ficando mais forte.
Sem contar que a medida que o tempo passa, os motivos das pessoas para fazer uma compra mudam, e vão muito além da mudança da idade ou de endereço, por exemplo. Por isso, devemos investir pesado na descoberta do maior número de dados possíveis sobre o nosso público consumidor. Só assim vamos conseguir fazer melhor tudo aquilo que poderá vir a agradá-lo.
Imagine que você, como Personal Organizer, tem a pretensão de atender um bairro nobre da sua cidade, onde nele residem empresários, advogados, médicos. Que seus clientes possuem entre 35 e 50 anos, tem filhos pequenos em idade escolar e adolescentes, tem uma renda média em torno de R$ 30 mil ao mês, gostam de se exercitar, fazer viagens aos finais de semana com os amigos para relaxar, possuem funcionárias. Vamos combinar que:
Ter um marketing focado para donas de casa, terceira idade, baby, pode não ser tão eficaz, não é mesmo?
As notas que chamariam mais a atenção tem a ver com a organização da mala para viagens de final de semana, organização para adolescentes ou organização da rotina escolar, treinamento de empregadas, não acha?
As informações que fariam mais sentido seriam as que envolvem viagem, criança, adolescente, organização e manutenção da rotina da casa para a funcionária (não para a dona de casa), não concorda?
Enfim, o interesse em se definir um público-alvo é que com isso, poderemos saber antecipadamente:
A linguagem e o perfil que teremos que adotar
Em quais canais de comunicação poderemos alcançar um retorno maior
Que tipo de evento terá mais chance de conversão
Quando e como criar uma chamada clara e assertiva
Que tipo de conteúdo produzir para agradar ao público
E também é bom lembrar de pontos importantes como:
Os benefícios que o nosso serviço ou produto poderá proporcionar ao cliente
O que o nosso serviço ou produto tem de exclusivo?
Levando em conta os objetivos do cliente, onde ou no que nós poderíamos ajudá-lo?
Quais seriam as promessas do nosso serviço ou produto?
Onde buscar as informações necessárias?
Para isso, uma sugestão é fazer uso daquelas pesquisas feitas por alguns mecanismos na internet e então validar o que você conseguiu levantar de proveitoso ou mesmo ir até o seu consumidor e colher as informações necessárias.
Vamos dar um exemplo de público-alvo, para explicar melhor:
“Mulheres. Entre 35 e 45 anos, residentes na capital do RJ, graduadas em Medicina, atendendo em clínicas médicas. Classe A, com renda média entre R$ 20.000 e R$ 25.000, que gostem de artigos e coisas de casa e que curtem estar em casa quando podem, que querem ter finais de semana tranquilos para aproveitar com seus familiares. São admiradoras de uma vida prática e de soluções que tragam essa praticidade para a rotina da casa”.
Viram como é importante esse assunto de público-alvo para o crescimento do nosso negócio? Então chegou a hora de definir o nosso público.
Bora lá então colocar a cabeça para pensar e segmentar o nosso mercado!
Uma das datas mais significativas do ano é o Dia das Mães. O segundo domingo de maio é marcado por comemorar o dia delas: daquela que se dedicou a cuidar de nós. Daquela se abdicou de muitas coisas por nos dar uma vida melhor. E é bem comum conhecermos as mães que não geraram em seus ventres. Algumas delas geraram em seus corações.
Sendo assim, não devemos jamais deixar este dia passar em branco, correto? Vale muito à pena investir um tempo para homenageá-las neste dia especial. E você não precisa abrir mão de presenteá-la por conta do seu orçamento. Basta usar de boas estratégias para fazer boas escolhas na hora de comprar um bom mimo pra ela.
E gostaríamos de fazer um adendo: na Organização Financeira precisamos contar sempre com estas datas especiais, para que consigamos manter em nosso orçamento a compra dos presentes. E isso é fundamental para que você evite parcelamentos e se descontrole com as suas contas.
Voltando ao nosso tema, em homenagem a este dia especial, deixaremos 4 Dicas para ajudar você a fazer um excelente compra a ela sem comprometer as suas finanças. Vamos lá?
Saiba com antecedência o presente que ela deseja: antes de comprar um belo presentão para sua mãe, procure saber o que ela deseja ou precisa. O que realmente vai agradá-la. Claro que o presente deverá respeitar o seu orçamento. Respeite as suas contas! Mas é possível equilibrar o quanto você pode pagar e o que sua mãe quer ganhar. Sem falar que comprar algo de que ela não goste pode fazer desperdiçar dinheiro, pois o mimo além de não agradar, poderá “encalhar” e não ser usado ou consumido por ela.
Compre o presente com antecedência: esta é uma Dica de Ouro – NÃO deixe para a última hora!!! JAMAIS!!! Com antecedência, você terá mais tranquilidade para saber qual disponibilidade tem de dinheiro para gastar com esta compra. Também terá mais tempo para fazer uma escolha com calma e poderá encontrar o presente com um preço interessante, sem falar que você terá oportunidade de pedir um desconto melhor.
Você tem irmãos? Então comprem um bom presente juntos e dividam a conta: Esta dica é interessante para quem tem irmãos e para quem tem outras pessoas que participam desta comemoração, porque poderão dividir o valor do presente juntos. É vantajoso principalmente quando se descobre que a mãe deseja algo que seja um pouco mais caro. Vocês poderão comprar um presente que ficará com um preço menor para cada um pagar e sua mãe vai adorar!
Capriche na Criatividade: Caso a sua grana esteja curta,faça um presente manual bem caprichado e dê a ela. Assim, você não vai deixar de agradar àquela que tanto ama. Você terá a liberdade para colocar a criatividade pra fora e produzir algo bonito a ela. Você poderá fazer coisas interessantes e poderá deixa-la muito feliz e orgulhosa também. Ficou curiosa (o) para saber? Lá vai: pode ser um vídeo caprichado, um super café da manhã, um super almoço com o cardápio de que ela mais gosta ou algum trabalho manual que ela também se afeiçoe. O que importa aqui é você mesma (o) produzir algo que ela se emocione.
Gostaram destas dicas? Esperamos que este dia tão esperado por nossas mães seja muito bem aproveitado e que não precise sair dos trilhos por conta disso. Não se esqueça que você conseguirá acalentar o coração de sua mãe e manter o equilíbrio de suas finanças.